segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Mateus 20, 21 e 22

Olá!
Bom dia!
Durante o final de semana não publicamos nenhum texto.
Hoje atualizaremos nossas leituras.
Sábado 05/01 - Mateus 20
Domingo 06/01 - Mateus 21
Segunda 07/01 - Mateus 22

Boa Leitura.

Um abraço,
Weygner


Mateus 20
1.    Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha.
2.    E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para a vinha.
3.    Saindo pela terceira hora, viu, na praça, outros que estavam desocupados
4.    e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram.
5.    Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma,
6.    e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo?
7.    Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha.
8.    Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até aos primeiros.
9.    Vindo os da hora undécima, recebeu cada um deles um denário.
10. Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes receberam um denário cada um.
11. Mas, tendo-o recebido, murmuravam contra o dono da casa,
12. dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.
13. Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário?
14. Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti.
15. Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu sou bom?
16. Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos [porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos].
17. Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho, lhes disse:
18. Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte.
19. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.
20. Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor.
21. Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.
22. Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos.
23. Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.
24. Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.
25. Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.
26. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;
27. e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;
28. tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
29. Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava.
30. E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, tendo ouvido que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!
31. Mas a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
32. Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?
33. Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos.
34. Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.

Mateus 21
1.    Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes:
2.    Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e trazei-mos.
3.    E, se alguém vos disser alguma coisa, respondei-lhe que o Senhor precisa deles. E logo os enviará.
4.    Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta:
5.    Dizei à filha de Sião: Eis aí te vem o teu Rei, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de animal de carga.
6.    Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes ordenara,
7.    trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então, puseram em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou.
8.    E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada.
9.    E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!
10. E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, e perguntavam: Quem é este?
11. E as multidões clamavam: Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia!
12. Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
13. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.
14. Vieram a ele, no templo, cegos e coxos, e ele os curou.
15. Mas, vendo os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!, indignaram-se e perguntaram-lhe:
16. Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?
17. E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, onde pernoitou.
18. Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, teve fome;
19. e, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão folhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente.
20. Vendo isto os discípulos, admiraram-se e exclamaram: Como secou depressa a figueira!
21. Jesus, porém, lhes respondeu: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não somente fareis o que foi feito à figueira, mas até mesmo, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, tal sucederá;
22. e tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.
23. Tendo Jesus chegado ao templo, estando já ensinando, acercaram-se dele os principais sacerdotes e os anciãos do povo, perguntando: Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te deu essa autoridade?
24. E Jesus lhes respondeu: Eu também vos farei uma pergunta; se me responderdes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas.
25. Donde era o batismo de João, do céu ou dos homens? E discorriam entre si: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não acreditastes nele?
26. E, se dissermos: dos homens, é para temer o povo, porque todos consideram João como profeta.
27. Então, responderam a Jesus: Não sabemos. E ele, por sua vez: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.
28. E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha.
29. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi.
30. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi.
31. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus.
32. Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.
33. Atentai noutra parábola. Havia um homem, dono de casa, que plantou uma vinha. Cercou-a de uma sebe, construiu nela um lagar, edificou-lhe uma torre e arrendou-a a uns lavradores. Depois, se ausentou do país.
34. Ao tempo da colheita, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os frutos que lhe tocavam.
35. E os lavradores, agarrando os servos, espancaram a um, mataram a outro e a outro apedrejaram.
36. Enviou ainda outros servos em maior número; e trataram-nos da mesma sorte.
37. E, por último, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo: A meu filho respeitarão.
38. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança.
39. E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e o mataram.
40. Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?
41. Responderam-lhe: Fará perecer horrivelmente a estes malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe remetam os frutos nos seus devidos tempos.
42. Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?
43. Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos.
44. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.
45. Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas parábolas, entenderam que era a respeito deles que Jesus falava;
46. e, conquanto buscassem prendê-lo, temeram as multidões, porque estas o consideravam como profeta.

Mateus 22

1.    De novo, entrou Jesus a falar por parábolas, dizendo-lhes:
2.    O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho.
3.    Então, enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; mas estes não quiseram vir.
4.    Enviou ainda outros servos, com esta ordem: Dizei aos convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e cevados já foram abatidos, e tudo está pronto; vinde para as bodas.
5.    Eles, porém, não se importaram e se foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;
6.    e os outros, agarrando os servos, os maltrataram e mataram.
7.    O rei ficou irado e, enviando as suas tropas, exterminou aqueles assassinos e lhes incendiou a cidade.
8.    Então, disse aos seus servos: Está pronta a festa, mas os convidados não eram dignos.
9.    Ide, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas a quantos encontrardes.
10. E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados.
11. Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial
12. e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu.
13. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.
14. Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
15. Então, retirando-se os fariseus, consultaram entre si como o surpreenderiam em alguma palavra.
16. E enviaram-lhe discípulos, juntamente com os herodianos, para dizer-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te importares com quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens.
17. Dize-nos, pois: que te parece? É lícito pagar tributo a César ou não?
18. Jesus, porém, conhecendo-lhes a malícia, respondeu: Por que me experimentais, hipócritas?
19. Mostrai-me a moeda do tributo. Trouxeram-lhe um denário.
20. E ele lhes perguntou: De quem é esta efígie e inscrição?
21. Responderam: De César. Então, lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
22. Ouvindo isto, se admiraram e, deixando-o, foram-se.
23. Naquele dia, aproximaram-se dele alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição, e lhe perguntaram:
24. Mestre, Moisés disse: Se alguém morrer, não tendo filhos, seu irmão casará com a viúva e suscitará descendência ao falecido.
25. Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro, tendo casado, morreu e, não tendo descendência, deixou sua mulher a seu irmão;
26. o mesmo sucedeu com o segundo, com o terceiro, até ao sétimo;
27. depois de todos eles, morreu também a mulher.
28. Portanto, na ressurreição, de qual dos sete será ela esposa? Porque todos a desposaram.
29. Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.
30. Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; são, porém, como os anjos no céu.
31. E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou:
32. Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos.
33. Ouvindo isto, as multidões se maravilhavam da sua doutrina.
34. Entretanto, os fariseus, sabendo que ele fizera calar os saduceus, reuniram-se em conselho.
35. E um deles, intérprete da Lei, experimentando-o, lhe perguntou:
36. Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?
37. Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.
38. Este é o grande e primeiro mandamento.
39. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
40. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.
41. Reunidos os fariseus, interrogou-os Jesus:
42. Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Responderam-lhe eles: De Davi.
43. Replicou-lhes Jesus: Como, pois, Davi, pelo Espírito, chama-lhe Senhor, dizendo:
44. Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés?
45. Se Davi, pois, lhe chama Senhor, como é ele seu filho?
46. E ninguém lhe podia responder palavra, nem ousou alguém, a partir daquele dia, fazer-lhe perguntas.