Olá!
Bom dia!
Durante o final de semana não publicamos nenhum texto.
Hoje atualizaremos nossas leituras.
Sábado 05/01 - Mateus 20
Domingo 06/01 - Mateus 21
Segunda 07/01 - Mateus 22
Boa Leitura.
Um abraço,
Weygner
Bom dia!
Durante o final de semana não publicamos nenhum texto.
Hoje atualizaremos nossas leituras.
Sábado 05/01 - Mateus 20
Domingo 06/01 - Mateus 21
Segunda 07/01 - Mateus 22
Boa Leitura.
Um abraço,
Weygner
Mateus 20
1.
Porque o reino dos céus é semelhante a um
dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua
vinha.
2.
E, tendo ajustado com os trabalhadores a
um denário por dia, mandou-os para a vinha.
3.
Saindo pela terceira hora, viu, na praça,
outros que estavam desocupados
4.
e disse-lhes: Ide vós também para a
vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram.
5.
Tendo saído outra vez, perto da hora
sexta e da nona, procedeu da mesma forma,
6.
e, saindo por volta da hora undécima,
encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes
aqui desocupados o dia todo?
7.
Responderam-lhe: Porque ninguém nos
contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha.
8.
Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha
ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando
pelos últimos, indo até aos primeiros.
9.
Vindo os da hora undécima, recebeu cada
um deles um denário.
10. Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes
receberam um denário cada um.
11. Mas, tendo-o recebido, murmuravam contra o dono da casa,
12. dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os
igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.
13. Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço
injustiça; não combinaste comigo um denário?
14. Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a
ti.
15. Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus
os teus olhos porque eu sou bom?
16. Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos [porque
muitos são chamados, mas poucos escolhidos].
17. Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho,
lhes disse:
18. Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos
principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte.
19. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado;
mas, ao terceiro dia, ressurgirá.
20. Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e,
adorando-o, pediu-lhe um favor.
21. Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela
respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à
tua direita, e o outro à tua esquerda.
22. Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis.
Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe:
Podemos.
23. Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o
assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é,
porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.
24. Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.
25. Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os
governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre
eles.
26. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre
vós, será esse o que vos sirva;
27. e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;
28. tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para
servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
29. Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava.
30. E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, tendo ouvido que
Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!
31. Mas a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, gritavam
cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
32. Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que
quereis que eu vos faça?
33. Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos.
34. Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista
e o foram seguindo.
Mateus 21
1.
Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a
Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes:
2.
Ide à aldeia que aí está diante de vós e
logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e
trazei-mos.
3.
E, se alguém vos disser alguma coisa,
respondei-lhe que o Senhor precisa deles. E logo os
enviará.
4.
Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito
por intermédio do profeta:
5.
Dizei à filha de Sião: Eis aí te vem o teu Rei,
humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de animal de carga.
6.
Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes
ordenara,
7.
trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então, puseram
em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou.
8.
E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes
pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada.
9.
E as multidões, tanto as que o precediam como as
que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do
Senhor! Hosana nas maiores alturas!
10. E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, e perguntavam:
Quem é este?
11. E as multidões clamavam: Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia!
12. Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e
compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam
pombas.
13. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será
chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.
14. Vieram a ele, no templo, cegos e coxos, e ele os curou.
15. Mas, vendo os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que
Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!, indignaram-se e
perguntaram-lhe:
16. Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito
tiraste perfeito louvor?
17. E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, onde pernoitou.
18. Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, teve fome;
19. e, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não
tendo achado senão folhas, disse-lhe: Nunca mais nasça
fruto de ti! E a figueira secou imediatamente.
20. Vendo isto os discípulos, admiraram-se e exclamaram: Como secou depressa
a figueira!
21. Jesus, porém, lhes respondeu: Em verdade vos
digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não somente fareis o que foi feito à
figueira, mas até mesmo, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar,
tal sucederá;
22. e tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.
23. Tendo Jesus chegado ao templo, estando já ensinando, acercaram-se dele
os principais sacerdotes e os anciãos do povo, perguntando: Com que autoridade
fazes estas coisas? E quem te deu essa autoridade?
24. E Jesus lhes respondeu: Eu também vos farei uma
pergunta; se me responderdes, também eu vos direi com que autoridade faço estas
coisas.
25. Donde era o batismo de João, do céu ou dos homens? E discorriam entre si: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por
que não acreditastes nele?
26. E, se dissermos: dos homens, é para temer o povo, porque todos
consideram João como profeta.
27. Então, responderam a Jesus: Não sabemos. E ele, por sua vez: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.
28. E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro,
disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha.
29. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi.
30. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu:
Não quero; depois, arrependido, foi.
31. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O
segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que
publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus.
32. Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes
nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo
isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.
33. Atentai noutra parábola. Havia um homem, dono de casa, que plantou uma
vinha. Cercou-a de uma sebe, construiu nela um lagar, edificou-lhe uma torre e
arrendou-a a uns lavradores. Depois, se ausentou do país.
34. Ao tempo da colheita, enviou os seus servos aos lavradores, para receber
os frutos que lhe tocavam.
35. E os lavradores, agarrando os servos, espancaram a um, mataram a outro e
a outro apedrejaram.
36. Enviou ainda outros servos em maior número; e trataram-nos da mesma
sorte.
37. E, por último, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo: A meu filho
respeitarão.
38. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro;
ora, vamos, matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança.
39. E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e o mataram.
40. Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?
41. Responderam-lhe: Fará perecer horrivelmente a estes malvados e arrendará
a vinha a outros lavradores que lhe remetam os frutos nos seus devidos tempos.
42. Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas
Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal
pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?
43. Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a
um povo que lhe produza os respectivos frutos.
44. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem
ela cair ficará reduzido a pó.
45. Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas parábolas,
entenderam que era a respeito deles que Jesus falava;
46. e, conquanto buscassem prendê-lo, temeram as multidões, porque estas o
consideravam como profeta.
Mateus 22
1.
De novo, entrou Jesus a falar por parábolas,
dizendo-lhes:
2.
O reino dos céus é semelhante a um rei
que celebrou as bodas de seu filho.
3.
Então, enviou os seus servos a chamar os
convidados para as bodas; mas estes não quiseram vir.
4.
Enviou ainda outros servos, com esta
ordem: Dizei aos convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e
cevados já foram abatidos, e tudo está pronto; vinde para as bodas.
5.
Eles, porém, não se importaram e se
foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;
6.
e os outros, agarrando os servos, os
maltrataram e mataram.
7.
O rei ficou irado e, enviando as suas
tropas, exterminou aqueles assassinos e lhes incendiou a cidade.
8.
Então, disse aos seus servos: Está pronta
a festa, mas os convidados não eram dignos.
9.
Ide, pois, para as encruzilhadas dos
caminhos e convidai para as bodas a quantos encontrardes.
10. E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que
encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados.
11. Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um
homem que não trazia veste nupcial
12. e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele
emudeceu.
13. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o
para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.
14. Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
15. Então, retirando-se os fariseus, consultaram entre si como o
surpreenderiam em alguma palavra.
16. E enviaram-lhe discípulos, juntamente com os herodianos, para dizer-lhe:
Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo
com a verdade, sem te importares com quem quer que seja, porque não olhas a
aparência dos homens.
17. Dize-nos, pois: que te parece? É lícito pagar tributo a César ou não?
18. Jesus, porém, conhecendo-lhes a malícia, respondeu: Por que me experimentais, hipócritas?
19. Mostrai-me a moeda do tributo.
Trouxeram-lhe um denário.
20. E ele lhes perguntou: De quem é esta efígie e
inscrição?
21. Responderam: De César. Então, lhes disse: Dai,
pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
22. Ouvindo isto, se admiraram e, deixando-o, foram-se.
23. Naquele dia, aproximaram-se dele alguns saduceus, que dizem não haver
ressurreição, e lhe perguntaram:
24. Mestre, Moisés disse: Se alguém morrer, não tendo filhos, seu irmão
casará com a viúva e suscitará descendência ao falecido.
25. Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro, tendo casado, morreu e,
não tendo descendência, deixou sua mulher a seu irmão;
26. o mesmo sucedeu com o segundo, com o terceiro, até ao sétimo;
27. depois de todos eles, morreu também a mulher.
28. Portanto, na ressurreição, de qual dos sete será ela esposa? Porque
todos a desposaram.
29. Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as
Escrituras nem o poder de Deus.
30. Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; são, porém,
como os anjos no céu.
31. E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos
declarou:
32. Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é
Deus de mortos, e sim de vivos.
33. Ouvindo isto, as multidões se maravilhavam da sua doutrina.
34. Entretanto, os fariseus, sabendo que ele fizera calar os saduceus,
reuniram-se em conselho.
35. E um deles, intérprete da Lei, experimentando-o, lhe perguntou:
36. Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?
37. Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus,
de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.
38. Este é o grande e primeiro mandamento.
39. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
40. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.
41. Reunidos os fariseus, interrogou-os Jesus:
42. Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Responderam-lhe eles: De Davi.
43. Replicou-lhes Jesus: Como, pois, Davi, pelo
Espírito, chama-lhe Senhor, dizendo:
44. Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu
ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés?
45. Se Davi, pois, lhe chama Senhor, como é ele seu filho?
46. E ninguém lhe podia responder palavra, nem ousou alguém, a partir
daquele dia, fazer-lhe perguntas.