Olá!
Bom dia!
Hoje leremos Gênesis 6, 7 e 8, também, Mateus 3, porém, Mateus 3 já está publicado no blog.
Para aqueles que acompanham comigo a leitura de Mateus publicamos, logo abaixo de Gênesis 8, o texto de Mateus 18 com a palavras de Jesus em vermelho.
Bora lá?!?!
Boa Leitura
Gênesis 6
1.
Como se foram multiplicando os
homens na terra, e lhes nasceram filhas,
2.
vendo os filhos de Deus que as
filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas,
mais lhes agradaram.
3.
Então, disse o SENHOR: O meu
Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias
serão cento e vinte anos.
4.
Ora, naquele tempo havia gigantes
na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos
homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na
antiguidade.
5.
Viu o SENHOR que a maldade do
homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio
do seu coração;
6.
então, se arrependeu o SENHOR de
ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.
7.
Disse o SENHOR: Farei desaparecer
da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves
dos céus; porque me arrependo de os haver feito.
8.
Porém Noé achou graça diante do
SENHOR.
9.
Eis a história de Noé. Noé era
homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.
10. Gerou três filhos: Sem, Cam e Jafé.
11. A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia
de violência.
12. Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida;
porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.
13. Então, disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda
carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei
perecer juntamente com a terra.
14. Faze uma arca de tábuas de cipreste; nela farás
compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora.
15. Deste modo a farás: de trezentos côvados será o
comprimento; de cinquenta, a largura; e a altura, de trinta.
16. Farás ao seu redor uma abertura de um côvado de
altura; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca: um em
baixo, um segundo e um terceiro.
17. Porque estou para derramar águas em dilúvio sobre a
terra para consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo
o que há na terra perecerá.
18. Contigo, porém, estabelecerei a minha aliança;
entrarás na arca, tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos.
19. De tudo o que vive, de toda carne, dois de cada
espécie, macho e fêmea, farás entrar na arca, para os conservares vivos
contigo.
20. Das aves segundo as suas espécies, do gado segundo
as suas espécies, de todo réptil da terra segundo as suas espécies, dois de
cada espécie virão a ti, para os conservares em vida.
21. Leva contigo de tudo o que se come, ajunta-o
contigo; ser-te-á para alimento, a ti e a eles.
22. Assim fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe
ordenara.
Gênesis 7
1.
Disse o SENHOR a Noé: Entra na
arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim
no meio desta geração.
2.
De todo animal limpo levarás
contigo sete pares: o macho e sua fêmea; mas dos animais imundos, um par: o
macho e sua fêmea.
3.
Também das aves dos céus, sete
pares: macho e fêmea; para se conservar a semente sobre a face da terra.
4.
Porque, daqui a sete dias, farei
chover sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites; e da superfície
da terra exterminarei todos os seres que fiz.
5.
E tudo fez Noé, segundo o SENHOR
lhe ordenara.
6.
Tinha Noé seiscentos anos de
idade, quando as águas do dilúvio inundaram a terra.
7.
Por causa das águas do dilúvio,
entrou Noé na arca, ele com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus
filhos.
8.
Dos animais limpos, e dos animais
imundos, e das aves, e de todo réptil sobre a terra,
9.
entraram para Noé, na arca, de
dois em dois, macho e fêmea, como Deus lhe ordenara.
10. E aconteceu que, depois de sete dias, vieram sobre
a terra as águas do dilúvio.
11. No ano seiscentos da vida de Noé, aos dezessete
dias do segundo mês, nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e
as comportas dos céus se abriram,
12. e houve copiosa chuva sobre a terra durante
quarenta dias e quarenta noites.
13. Nesse mesmo dia entraram na arca Noé, seus filhos
Sem, Cam e Jafé, sua mulher e as mulheres de seus filhos;
14. eles, e todos os animais segundo as suas espécies,
todo gado segundo as suas espécies, todos os répteis que rastejam sobre a terra
segundo as suas espécies, todas as aves segundo as suas espécies, todos os
pássaros e tudo o que tem asa.
15. De toda carne, em que havia fôlego de vida,
entraram de dois em dois para Noé na arca;
16. eram macho e fêmea os que entraram de toda carne,
como Deus lhe havia ordenado; e o SENHOR fechou a porta após ele.
17. Durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra;
cresceram as águas e levantaram a arca de sobre a terra.
18. Predominaram as águas e cresceram sobremodo na
terra; a arca, porém, vogava sobre as águas.
19. Prevaleceram as águas excessivamente sobre a terra
e cobriram todos os altos montes que havia debaixo do céu.
20. Quinze côvados acima deles prevaleceram as águas; e
os montes foram cobertos.
21. Pereceu toda carne que se movia sobre a terra,
tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os
enxames de criaturas que povoam a terra, e todo homem.
22. Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas,
tudo o que havia em terra seca, morreu.
23. Assim, foram exterminados todos os seres que havia
sobre a face da terra; o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus foram
extintos da terra; ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.
24. E as águas durante cento e cinquenta dias
predominaram sobre a terra.
Gênesis 8
- Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.
- Fecharam-se as fontes do abismo e também as comportas dos céus, e a copiosa chuva dos céus se deteve.
- As águas iam-se escoando continuamente de sobre a terra e minguaram ao cabo de cento e cinquenta dias.
- No dia dezessete do sétimo mês, a arca repousou sobre as montanhas de Ararate.
- E as águas foram minguando até ao décimo mês, em cujo primeiro dia apareceram os cimos dos montes.
- Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que fizera na arca
- e soltou um corvo, o qual, tendo saído, ia e voltava, até que se secaram as águas de sobre a terra.
- Depois, soltou uma pomba para ver se as águas teriam já minguado da superfície da terra;
- mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele para a arca; porque as águas cobriam ainda a terra. Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca.
- Esperou ainda outros sete dias e de novo soltou a pomba fora da arca.
- À tarde, ela voltou a ele; trazia no bico uma folha nova de oliveira; assim entendeu Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra.
- Então, esperou ainda mais sete dias e soltou a pomba; ela, porém, já não tornou a ele.
- Sucedeu que, no primeiro dia do primeiro mês, do ano seiscentos e um, as águas se secaram de sobre a terra. Então, Noé removeu a cobertura da arca e olhou, e eis que o solo estava enxuto.
- E, aos vinte e sete dias do segundo mês, a terra estava seca.
- Então, disse Deus a Noé:
- Sai da arca, e, contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos.
- Os animais que estão contigo, de toda carne, tanto aves como gado, e todo réptil que rasteja sobre a terra, faze sair a todos, para que povoem a terra, sejam fecundos e nela se multipliquem.
- Saiu, pois, Noé, com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos.
- E também saíram da arca todos os animais, todos os répteis, todas as aves e tudo o que se move sobre a terra, segundo as suas famílias.
- Levantou Noé um altar ao SENHOR e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar.
- E o SENHOR aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz.
- Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.
Pelo Plano de Leitura Bíblica você deve ler Mateus
3; para eles que estão lendo Mateus comigo, e, grifando as palavras de Jesus em
vermelho, segue Mateus 18.
Mateus 18
1.
Naquela hora, aproximaram-se de
Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos
céus?
2.
E Jesus, chamando uma criança,
colocou-a no meio deles.
3.
E disse: Em
verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças,
de modo algum entrareis no reino dos céus.
4.
Portanto, aquele que se
humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.
5.
E quem receber uma
criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe.
6.
Qualquer, porém, que
fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se
lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na
profundeza do mar.
7.
Ai do mundo, por causa
dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo
qual vem o escândalo!
8.
Portanto, se a tua mão
ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na
vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no
fogo eterno.
9.
Se um dos teus olhos te
faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um
só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo.
10.
Vede, não desprezeis a
qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem
incessantemente a face de meu Pai celeste.
11. [Porque o Filho do Homem veio salvar o que
estava perdido.]
12. Que vos parece? Se um homem tiver cem
ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele nos montes as noventa e
nove, indo procurar a que se extraviou?
13. E, se porventura a encontra, em verdade vos
digo que maior prazer sentirá por causa desta do que pelas noventa e nove que
não se extraviaram.
14. Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai
celeste que pereça um só destes pequeninos.
15. Se teu irmão pecar [contra ti], vai argui-lo
entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão.
16. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo
uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas,
toda palavra se estabeleça.
17. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e,
se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano.
18. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes
na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido
desligado nos céus.
19. Em verdade também vos digo que, se dois
dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que,
porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus.
20. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos
em meu nome, ali estou no meio deles.
21. Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou:
Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até
sete vezes?
22. Respondeu-lhe Jesus: Não te
digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
23. Por isso, o reino dos céus é semelhante a um
rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.
24. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que
lhe devia dez mil talentos.
25. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou
o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que
a dívida fosse paga.
26. Então, o servo, prostrando-se reverente,
rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei.
27. E o senhor daquele servo, compadecendo-se,
mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.
28. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos
seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo:
Paga-me o que me deves.
29. Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés,
lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei.
30. Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o
lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
31. Vendo os seus companheiros o que se havia
passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que
acontecera.
32. Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse:
Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste;
33. não devias tu, igualmente, compadecer-te do
teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
34. E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos
verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.
35. Assim também meu Pai celeste vos fará, se do
íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.